ESTUDO QUALIFICA

A colega Paulista Valéria Cristina é uma contestadora do exame da OAB, sempre se manifestando e divulgando seus escritos pela Net.

Ela apresenta mais um artigo sobre este estelionatário exame. Abaixo:

 

ENSINO É O RESPONSÁVEL PELA QUALIFICAÇÃO, O TESTE DE SUFICIÊNCIA, PELA ENGANAÇÃO.

* Valéria Cristina Rodrigues



Mestre Dr.º Fernando Machado da Silva Lima é extrema a sua lealdade e
dignidade em firmar categoricamente o contrário daqueles  a favor de
um empecilho categoricamente Inconstitucional.

É um privilégio vê-lo sempre na mesma linha de defesa em direção aos
Bacharéis que, em  sua totalidade, são desqualificados por uma

incapacidade incutida através de um conceito mercantilista, que visa
somente alterar a auto estima dos formados em Direito com o fito de

lavagem cerebral, tentando impor aos mais leigos a falsa idéia de que
um teste de cinco horas faz do formado um profissional exíguo, capaz e
suficiente a suportar sozinho os meandros e dificuldade de uma lide,
cuja experiência somente ocorreria com os advogados catedráticos, com
anos e anos de leitura e experiência.

A existência do teste da "oab" não chega nem perto de um pressuposto
de tamanha envergadura, pois os habilitados, com dez anos de carreira

estão estagnados. Em grande número, diga se de passagem, sócios, estão

provando, através de erros crassos, impossíveis de ocorrerem,  que
este teste se contrapõe a seus pobres clientes, à sociedade.

 O pior desta tragédia, é continuarem, tanto a "oab", quanto os maus
causídicos, darem a si ares de conhecedores do Direito, ensejando uma
execução sumária acoplada a milhões de Reais sem se redimir, ou, ao
menos,  em assumir sua postura como defensor da sociedade em tentar

descobrir para onde vão os valores destinados à categoria impar e se
condicionarem àquilo que são, o pior da área Jurídica, e, ainda,

atuando.

 A esfera  acima está estragando o PAIS, está colaborando com a
impunidade em todos os setores sociais.

Esta visão tem de mudar, pois se o DIPLOMA  acompanhado do HINO
NACIONAL e DO JURAMENTO não são suficientes para demonstrar aos que

ainda são leigos na profissão e à sociedade quem realmente ensina e

diz quem é apto ou não, a FACULDADE, então o ensinar com lisura e
conhecimento realmente se transformou em uma enganação, em pura
arrecadação de ambos os lados, das faculdades e da "oab", defensora
dinâmica da desigualdade social, da humilhação dos formados, ambição e

formação de cartel protetor do vantajoso teste, mercado da área do

Direito e suas debilidades, da não realização profissional dos
Diplomados e do indevido incentivo ao desrespeito aos que ESTUDARAM e
se DEDICARAM durante CINCO ANOS, menosprezando-os como se a escola do Vigário fosse diferente das demais.

Hoje existem dois paralelos vistos por todos os acadêmicos. O

primeiro é quem condiciona o ensino e o aplica com rigor e avalia os

alunos, a faculdade. O segundo, a faculdade não está ministrando suas

aulas devidamente a inserir o formados  ao mercado de trabalho; mas,
sim, a treinar para fazer o teste, o qual é uma perda de tempo, além
de ser, totalmente INCONTITUCIONAL e, como tal, nem um pouco polêmico,
pois qual é a lei que diz que o teste é CONSTITUCIONAL?

Decorar leis é o mesmo que decorar edital. Difícil é conseguir
adaptar o texto legal às jurisprudências, doutrinas, julgados,
súmulas, emendas, etc., com a destreza,  naturalmente exposta  por
alguém que domina o tema e, tão seguramente, o ensina como se fosse um

assunto banal, não acadêmico,  mas, com rodeio ardil, consegue

facilmente destacar fato a fato a diligência de quem realmente detém
conhecimento e sabe fundamentar uma ação.

Os códigos não foram feitos para ser decorados, mas interpretados,
bem como para se tornar advogado, não precisa ser habilitado, mas
demonstrar estes quesitos desde a Creche à FACULDADE.

Todos sabem ser o teste inventado para absorver lucros e não
distribuir conhecimento a quem o procura em um escritório. Isto é um
fato e ocorre todos os dias.

Há petições inéptas toda semana. Há representações todos anos. Há
ausência de credibilidade total nestes testes, feito para induzir a
sociedade.

Estão destruindo a vida em razão do corporativismo e arrogância em
torno de argumentos, não apenas INCONSTITUCIONAIS, MAS INFUNDADOS.

 

É desprezível que existam algumas pessoas  a favor de um discurso sem
sustentação legal alguma a insistirem em uma reserva de mercado
gritante, cuja finalidade visa reconhecer que um simples provimento
tenha força de lei e diga quem é ou não é capaz de exercer a profissão
à qual se formou. Esta afirmação seria uma condecoração à mediocridade

e uma prática abusiva em descuido com o período longo de um provimento
que jamais deveria ter sido acobertado pelos Governantes.


GOVERNANTES, tomem conta do verdadeiro ensino, daquele que
qualifica, que são as ESCOLAS E PROIBAM A PROGRESSÃO CONTINUADA, evitando atribuir a um teste de suficiência a responsabilidade de uma aprovação mal alfabetizada,  sem saber nada.


Neste quadro formam-se os doutorzinhos em todas as áreas, como está
sendo visto em reportagens, com o intuito de corrigir exatamente as
atrocidades consideradas hipócritas e inaceitáveis, mas plenamente
viáveis a alguns que se beneficiam do desperdício do dinheiro público,
 e aceitam, se sujeitam a fazê-las e as defendem, porque é preferível
 continuar no mundo da FANTASIA, que enfrentar a REALIDADE.

A situação em momento algum se faz delicada  ou sinuosa  quanto à

INCONSTITUCIONALIDADE DO TESTE PARA TER A HABILITAÇÃO, simplesmente a atuar, havendo sobras de lei que assim a denunciam.

O delicado é viver e imaginar que um teste de suficiência  é capaz de
substituir uma FACULDADE.

Este fator é delicado.

 

ENGANAÇÃO.






Mestre Dr.º Fernando Machado da Silva Lima é extrema a sua lealdade e
dignidade em firmar categoricamente o contrário daqueles  a favor de
um empecilho categoricamente   Inconstitucional.

 É um privilégio vê-lo sempre na mesma linha de defesa em direção aos
Bacharéis que, em  sua totalidade, são desqualificados por uma
incapacidade incutida através de um conceito mercantilista, que visa
somente alterar a auto estima dos formados em Direito com o fito de
lavagem cerebral, tentando impor aos mais leigos a falsa idéia de que
um teste de cinco horas faz do formado um profissional exíguo, capaz e
suficiente a suportar sozinho os meandros e dificuldade de uma lide,
cuja experiência somente ocorreria com os advogados catedráticos, com
anos e anos de leitura e experiência.

A existência do teste da "oab" não chega nem perto de um pressuposto
de tamanha envergadura, pois os habilitados, com dez anos de carreira
estão estagnados. Em grande número, diga se de passagem, sócios, estão
provando, através de erros crassos, impossíveis de ocorrerem,  que
este teste se contrapõe a seus pobres clientes, à sociedade.

 O pior desta tragédia, é continuarem, tanto a "oab", quanto os maus
causídicos, darem a si ares de conhecedores do Direito, ensejando uma
execução sumária acoplada a milhões de Reais sem se redimir, ou, ao
menos,  em assumir sua postura como defensor da sociedade em tentar
descobrir para onde vão os valores destinados à categoria impar e se
condicionarem àquilo que são, o pior da área Jurídica, e, ainda,
atuando.

 A esfera  acima está estragando o PAIS, está colaborando com a
impunidade em todos os setores sociais.

Esta visão tem de mudar, pois se o DIPLOMA  acompanhado do HINO
NACIONAL e DO JURAMENTO não são suficientes para demonstrar aos que
ainda são leigos na profissão e à sociedade quem realmente ensina e
diz quem é apto ou não, a FACULDADE, então o ensinar com lisura e
conhecimento realmente se transformou em uma enganação, em pura
arrecadação de ambos os lados, das faculdades e da "oab", defensora
dinâmica da desigualdade social, da humilhação dos formados, ambição e
formação de cartel protetor do vantajoso teste, mercado da área do
Direito e suas debilidades, da não realização profissional dos
Diplomados e do indevido incentivo ao desrespeito aos que ESTUDARAM e
se DEDICARAM durante CINCO ANOS, menosprezando-os como se a escola do
Vigário fosse diferente das demais.

        Hoje existem dois paralelos vistos por todos os acadêmicos. O
primeiro é quem condiciona o ensino e o aplica com rigor e avalia os
alunos, a faculdade. O segundo, a faculdade não está ministrando suas
aulas devidamente a inserir o formados  ao mercado de trabalho; mas,
sim, a treinar para fazer o teste, o qual é uma perda de tempo, além
de ser, totalmente INCONTITUCIONAL e, como tal, nem um pouco polêmico,
pois qual é a lei que diz que o teste é CONSTITUCIONAL?

Decorar leis é o mesmo que  decorar edital. Difícil é conseguir
adaptar o texto legal às jurisprudências, doutrinas, julgados,
súmulas, emendas,  etc., com a destreza,  naturalmente exposta  por
alguém que domina o tema e, tão seguramente, o ensina como se fosse um
assunto banal, não acadêmico,  mas, com rodeio ardil, consegue
facilmente destacar fato a fato a diligência de quem realmente detém
conhecimento e sabe fundamentar uma ação.

        Os códigos não foram feitos para ser decorados, mas interpretados,
bem como para se tornar advogado, não precisa ser habilitado, mas
demonstrar estes quesitos desde a Creche à FACULDADE.

        Todos sabem ser o teste inventado para absorver lucros e não
distribuir conhecimento a quem o procura em um escritório. Isto é um
fato e ocorre todos os dias.

Há petições inéptas toda semana. Há representações todos anos. Há
ausência de credibilidade total nestes testes, feito para induzir a
sociedade.

Estão destruindo a vida em razão do corporativismo e arrogância em
torno de argumentos, não apenas INCONSTITUCIONAIS, MAS INFUNDADOS.

 É desprezível que existam algumas pessoas  a favor de um discurso sem
sustentação legal alguma a insistirem em uma reserva de mercado
gritante, cuja finalidade visa reconhecer que um simples provimento
tenha força de lei e diga quem é ou não é capaz de exercer a profissão
à qual se formou. Esta afirmação seria uma condecoração à mediocridade
e uma prática abusiva em descuido com o período longo de um provimento
que jamais deveria ter sido acobertado pelos Governantes.

        GOVERNANTES, tomem conta do verdadeiro ensino, daquele que
qualifica,  que são as ESCOLAS E PROIBAM A PROGRESSÃO CONTINUADA,
evitando atribuir a um teste de suficiência a responsabilidade de uma
aprovação mal alfabetizada,  sem saber nada.

Neste quadro  formam-se os doutorzinhos em todas as áreas, como está
sendo visto em reportagens, com o intuito de corrigir exatamente as
atrocidades consideradas hipócritas e inaceitáveis, mas plenamente
viáveis a alguns que se beneficiam do desperdício do dinheiro público,
 e aceitam,  se sujeitam a fazê-las e as defendem, porque é preferível
 continuar no mundo da FANTASIA, que enfrentar a REALIDADE.

A situação em momento algum se faz delicada  ou sinuosa  quanto à
INCONSTITUCIONALIDADE DO TESTE PARA TER A HABILITAÇÃO, simplesmente a
atuar,  havendo sobras de lei  que assim a denunciam.

O delicado é viver e imaginar que um teste de suficiência  é capaz de
substituir uma FACULDADE.
Este fator é delicado.

ENSINO É O RESPONSÁVEL PELA QUALIFICAÇÃO, O TESTE DE SUFICIÊNCIA, PELA ENGANAÇÃO.

* Valéria Cristina Rodrigues



Mestre Dr.º Fernando Machado da Silva Lima é extrema a sua lealdade e
dignidade em firmar categoricamente o contrário daqueles  a favor de
um empecilho categoricamente Inconstitucional.

É um privilégio vê-lo sempre na mesma linha de defesa em direção aos
Bacharéis que, em  sua totalidade, são desqualificados por uma

incapacidade incutida através de um conceito mercantilista, que visa
somente alterar a auto estima dos formados em Direito com o fito de
 

lavagem cerebral, tentando impor aos mais leigos a falsa idéia de que
um teste de cinco horas faz do formado um profissional exíguo, capaz e
suficiente a suportar sozinho os meandros e dificuldade de uma lide,
cuja experiência somente ocorreria com os advogados catedráticos, com
anos e anos de leitura e experiência.

A existência do teste da "oab" não chega nem perto de um pressuposto
de tamanha envergadura, pois os habilitados, com dez anos de carreira

estão estagnados. Em grande número, diga se de passagem, sócios, estão 

provando, através de erros crassos, impossíveis de ocorrerem,  que
este teste se contrapõe a seus pobres clientes, à sociedade.

 O pior desta tragédia, é continuarem, tanto a "oab", quanto os maus
causídicos, darem a si ares de conhecedores do Direito, ensejando uma
execução sumária acoplada a milhões de Reais sem se redimir, ou, ao
menos,  em assumir sua postura como defensor da sociedade em tentar

descobrir para onde vão os valores destinados à categoria impar e se
condicionarem àquilo que são, o pior da área Jurídica, e, ainda,
 

atuando.

 A esfera  acima está estragando o PAIS, está colaborando com a
impunidade em todos os setores sociais.

Esta visão tem de mudar, pois se o DIPLOMA  acompanhado do HINO
NACIONAL e DO JURAMENTO não são suficientes para demonstrar aos que

ainda são leigos na profissão e à sociedade quem realmente ensina e

diz quem é apto ou não, a FACULDADE, então o ensinar com lisura e
conhecimento realmente se transformou em uma enganação, em pura
arrecadação de ambos os lados, das faculdades e da "oab", defensora
dinâmica da desigualdade social, da humilhação dos formados, ambição e

formação de cartel protetor do vantajoso teste, mercado da área do

Direito e suas debilidades, da não realização profissional dos
Diplomados e do indevido incentivo ao desrespeito aos que ESTUDARAM e
se DEDICARAM durante CINCO ANOS, menosprezando-os como se a escola do Vigário fosse diferente das demais.

Hoje existem dois paralelos vistos por todos os acadêmicos. O

primeiro é quem condiciona o ensino e o aplica com rigor e avalia os

alunos, a faculdade. O segundo, a faculdade não está ministrando suas

aulas devidamente a inserir o formados  ao mercado de trabalho; mas,
sim, a treinar para fazer o teste, o qual é uma perda de tempo, além
de ser, totalmente INCONTITUCIONAL e, como tal, nem um pouco polêmico,
pois qual é a lei que diz que o teste é CONSTITUCIONAL?

Decorar leis é o mesmo que decorar edital. Difícil é conseguir
adaptar o texto legal às jurisprudências, doutrinas, julgados,
súmulas, emendas, etc., com a destreza,  naturalmente exposta  por
alguém que domina o tema e, tão seguramente, o ensina como se fosse um

assunto banal, não acadêmico,  mas, com rodeio ardil, consegue

facilmente destacar fato a fato a diligência de quem realmente detém
conhecimento e sabe fundamentar uma ação.

Os códigos não foram feitos para ser decorados, mas interpretados,
bem como para se tornar advogado, não precisa ser habilitado, mas
demonstrar estes quesitos desde a Creche à FACULDADE.

Todos sabem ser o teste inventado para absorver lucros e não
distribuir conhecimento a quem o procura em um escritório. Isto é um
fato e ocorre todos os dias.

Há petições inéptas toda semana. Há representações todos anos. Há
ausência de credibilidade total nestes testes, feito para induzir a
sociedade.

Estão destruindo a vida em razão do corporativismo e arrogância em
torno de argumentos, não apenas INCONSTITUCIONAIS, MAS INFUNDADOS.

 

É desprezível que existam algumas pessoas  a favor de um discurso sem
sustentação legal alguma a insistirem em uma reserva de mercado
gritante, cuja finalidade visa reconhecer que um simples provimento
tenha força de lei e diga quem é ou não é capaz de exercer a profissão
à qual se formou. Esta afirmação seria uma condecoração à mediocridade

e uma prática abusiva em descuido com o período longo de um provimento
que jamais deveria ter sido acobertado pelos Governantes.


GOVERNANTES, tomem conta do verdadeiro ensino, daquele que
qualifica, que são as ESCOLAS E PROIBAM A PROGRESSÃO CONTINUADA, evitando atribuir a um teste de suficiência a responsabilidade de uma aprovação mal alfabetizada,  sem saber nada.


Neste quadro formam-se os doutorzinhos em todas as áreas, como está
sendo visto em reportagens, com o intuito de corrigir exatamente as
atrocidades consideradas hipócritas e inaceitáveis, mas plenamente
viáveis a alguns que se beneficiam do desperdício do dinheiro público,
 e aceitam, se sujeitam a fazê-las e as defendem, porque é preferível
 continuar no mundo da FANTASIA, que enfrentar a REALIDADE.

A situação em momento algum se faz delicada  ou sinuosa  quanto à

INCONSTITUCIONALIDADE DO TESTE PARA TER A HABILITAÇÃO, simplesmente a atuar, havendo sobras de lei que assim a denunciam.

O delicado é viver e imaginar que um teste de suficiência  é capaz de
substituir uma FACULDADE.

Este fator é delicado.

 

 

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