VALÉRIA; LUXO E LIXO

 

A colega Paulista de Avaré/SP, Valéria Cristina, periodicamente nos brinda com seus artigos, analisando aspectos diversos do exame da OAB e de nossa luta.

Abaixo seu último artigo:

 

O Luxo e o Lixo.

 

* Valéria Cristina

 

Os homens que fazem da política uma profissão têm não só a repulsa por estarmos no encalço do imenso faturamento da “oab”, quanto à Inconstitucionalidade e os erro nas provas. Agem assim, porque devem e quem deve foge de seu credor. Estão  quase indo ao exílio, eufemismo, acredito terem apoio de pessoas para evitar esse caos sem precedentes ocorrendo, sem que, até agora, nenhuma CPI fosse realmente instaurada quanto aos Milhões arrecadados todos os anos.

 

Os Formados/Advogados foram às Manifestações e, de acordo, com a conduta comprovada que existe corrupção e fraude, não somente quanto às provas, mas no quesito financeiro, ela se sujeitará a cada dia ficar mais arredia, a ter mais repugnância quanto à verdade e quanto às pessoas, principalmente se for Bacharel, quando não, a ser fugitiva para outro estado, ou país, pois uma situação insustentável e Inconstitucionalmente permitida de forma ilegal e criminosa, sem presença de fiscalização alguma, acarreta sem demorar muito o desconforto, desprestígio, desmoralização e desconfiança, como certamente a mesma vem presenciando, negando-se a admitir e consertar seus erros.

 

É lamentável.

 

Há qualquer momento será pega; é somente questão de pouco tempo. Esta incoerência ocorre apenas aqui, no Brasil, país da Impunidade e de falsos profissionais, com mentalidade incompleta, brincando com os DIREITOS DOS CIDADÃOS. Fomos às ruas, em pequeno bloco, mas fomos. Além de nós, a multidão, somos a multidão.

 

Se este país deixar de ser moralizado, priorizando questões Éticas e preservando seriamente as atribuições que lhe são oferecidas, punindo políticos sem compromisso, muitos com os cargos assumidos e demais profissões e ofícios deixando que os mesmos ajam a seu bel prazer sem prestar um serviço de qualidade e insistirem invertidas tais condutas considerando-as dignas de um especialista no assunto, próprio de quem domina o que se presta a fazer, sem que as autarquias se predisponham a tomar as devidas cassações, estaremos totalmente desguarnecidos quanto ao pagarmos para ter estrelar, solarmente os direitos garantidos; ao invés, continuaremos tendo os serviços interrompidos, não os tendo, ou os tendo mal feitos como temos visto decisões em todas as áreas, política, profissional liberal, etc.

 

Uma limpeza feita por trabalhadores exigida somente a coleta mecânica de lixo, sem a necessidade de um mecanismo que estreitamente pressuponha  um conhecimento científico em um todo, está quase se equiparando à tamanha quantidade de baú de entulhos colocados nas calçadas feitas para receberem de forma inútil seleção de resíduos.

 

Todos os cidadãos são induzidos a reciclagem a partir da separação vinda da própria casa. Para que gastar em fazer túneis, caçambas subterrâneas para separar o joio do trigo? Para que reciclar? Quando chegar ao destino, tudo se torna um amontoado estratosférico, novamente a ser reciclado. É um empenho desnecessário. Para que gastar em um investimento sem direcionar de fato os dejetos já reciclados ao destino específico no momento em que chegar ao lugar objetivado?

 

Este é um exemplo espalhado aos moradores de imediato, sem objetivo algum. Fator óbvio dos óbvios, consequência de uma  expectativa momentaneamente sem nexo. Parece que tanto as pequenas quanto as milionárias obras são feitas para dissuadir e induzir, moldar o cidadão a imaginar viver em um mundo melhor, outro engano.

 

Tudo é feito, fala-se muito e malgrado age-se pouco. Age-se pelos emaranhados sem inspecionar, curar a ferida  para desenvolver o sistema.

 

Esta farsa organização é um exemplo tão extremo quanto a educação que termina em disciplina e limpeza, no pronto atendimento e no enquadrar  um gasto de porte “ínfimo” indo desde a feitura de um reduto armazenando o menor custo ao maior custo significativo abrangendo sistematicamente a receber e não uma resolução de plano indo ao encontro de uma atitude prática desde seu início.

 

Esta é a astúcia, não só em manter a indisponibilidade, não somente neste aspecto, mas em todos, em continuar com um descuido notório, com o desleixo, má intenção, em entender que o cidadão é ingênuo e está dormindo, é descrente e não percebe nada. Engano novamente.

 

As manifestações gigantescas ou não refletem bem a impunidade, a descabida audácia de determinados políticos em evitar manter uma política de transparência e informação e, por fim, descabidas soluções. Tangem por aquela em que se repara a fissura, mas não resolve o alicerce. Para que uma administração sólida com reação imediata, segura, que se paute em uma estrutura duradoura, sem riscos, permanente à vida inteira, igual às da antiguidade?

 

Hoje os edifícios estão caindo, por conta da era do encaixe.

 

O nosso país é uma obra mal feita e está demolindo e matando milhares de pessoas, simplesmente, porque inexiste credibilidade, mas o descrédito em pôr a mão na massa e solucionar problemas tão Sérios ocorrendo, há tempos.

 

O conluio em que tudo falsamente se resolve em conversas de amigo para com amigo, e não em pautas, que ao invés de resolver, somente sugerem, ficam neste meio termo anos e anos, sem destruir o mal feito que os mesmos estão causando. De acordo com pontos de vistas descabidos, mas fazendo fazer as leis, deveriam ser punidos, mas vivem muito bem  às custas de resquícios, das sobras e no luxo.

 

Ao contrário de tal fato, por que não postulam opiniões que, de uma vez, por todas, analisassem o fato com a técnica eficaz para definitivamente explanar o projeto e inviabilizá-lo de bom grado, evitando maiores dissabores no futuro, sem fingir ser o cara da vez, sem habilidade, sagacidade, mas construir e consolidar o sistema de forma que o mesmo funcione e não fique sendo alvo de novos projetos mal sucedidos, contabilizando e gastando dinheiro do contribuinte para inventar obras feitas sem responsabilidade alguma e, contudo, sem consertar o que deveria ter sito bem feito.

 

Estas situações paliativas, incongruentes com o erário público, com os imensos tributos e com a incalculável falta de senso, se direciona a uma auditoria em todos os setores.

 

Vivemos uma situação sem vigilância, sem atenção aos interesses sociais. A informação é o acessório mais rápido a contribuir com o crescimento da população e conhecimento. Ninguém mais tolera ficar sem construir sua meta ou atingir seus objetivos.

 

Hello!

 

Com a mobilidade fantástica, o país se vê na era de recuperação imediata e, mesmo assim, ninguém está determinado a acompanhar tais  mudança, seja pelo meio dirigente e obrigacional, porque é obrigação do Estado apresentar contraprestação de serviço, posto que valores existem para fortalecer as colunas e as bases diretrizes compostas por leis, e parece que estão utilizando as bases e diretrizes para levantar colunas escusas, às quais beneficiam o corporativismos e projetos particulares.

 

Os sites estão denunciando e, diante de tantas calamidades públicas, descasos, nepotismo, ausência de punição a quem escalou despoticamente o congresso e pretende continuar cinicamente ocupado em fatos que denigram o mandato, sem que nenhum legado benéfico traga o bem aos necessitados e injustiçados, fica derradeiramente frágil, hoje, imaginar que tais pretensos permaneçam no “poder”, quem manda é o povo, e, mesmo tendo em vista esta questão  tentam dispersar a presente realidade e desqualificar a dignidade de vida, excluindo e dirigindo-se diretamente ao cidadão com destemor e sarcasmos deliberados, considerando que irão continuar  em punes. Mais uma vez engano.

 

Seus rostos estão estampados  de forma cristalina e discriminada. Sem sombra de dúvidas, o repúdio é para com os maus políticos.

 

Para quem não tem o senso necessário à criação de um Estado que dignifique e se dedique a cuidar e valorizar o seu povo, fica a imagem de um arsenal quase de guerra, pois ninguém mais está tolerando tamanho desrespeito.

 

A resposta foi dada e será confirmada nas urnas, cabe a quem de direito representar os Cidadãos como um legitimo político, não como esses que se personificam em representantes do povo.

 

A república, bem como qualquer outro governo fica e deve estar à mercê do cidadão.

 

Quando o bem jurídico é desprezado, logo o governo encontra-se em declínio. Nenhum governo escapa. Nesse sentido seria indubitavelmente certo que os Governantes de fato se auto  governassem e passassem a exigir relevantes condições de outros governantes a fim de que possamos conviver em completa harmonia, nós termos de exigir o que de fato e de direito nos pertence e de nos inclinarmos a imposições vis como às que aconteceram em resposta ao descontentamento de um governo que vem deixando a desejar ao lado de quem se diz defensora da sociedade e utiliza deste argumento como força maior a contemplar muito desses redutos.

 

As mudanças já estão acontecendo. Não é engano.

 

 

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